Fe Adulta

Eclesiastes 1, 2 y 2, 21-23

,

Vaidade das vaidades – diz Coelet – vaidade das vaidades, tudo é vaidade.

Que aproveita ao homem todo o esforço com que trabalha debaixo do sol?

Passa uma geração, vem outra geração e a Terra permanece sempre.

Nasce o sol e põe-se o sol; depressa volta ao ponto de partida, donde volta a nascer.

O vento sopra do Sul, depois sopra do Norte; num vaivém constante, retoma os seus caminhos.

Todos os rios vão ter ao mar e o mar nunca se enche; e embora cheguem ao seu termo, jamais deixam de correr.

Todas as coisas se afadigam, mais de quanto se pode explicar; o olhar não se farta de ver, nem o ouvido se cansa de ouvir.

O que foi será outra vez e o que se deu voltará a acontecer: nada de novo debaixo do sol.

Se de alguma coisa se disser: «Vede que isto é novidade», o certo é que já foi assim nos tempos que nos precederam.

Mas nenhuma memória ficou dos tempos antigos, nem haverá lembrança dos acontecimentos futuros entre aqueles que vierem depois.

Partilha FeAdulta Facebook